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DISTRITO DE CASTELO BRANCO

MARAVILHAS
  • Monsanto
  • Penedo Furado
  • Perdiz de Escabeche
  • Portas de Ródão

MARAVILHAS FINALISTAS DO DISTRITO DE CASTELO BRANCO 

Monsanto

Finalista na Categoria “Aldeias Monumentos” nas 7 Maravilhas de Portugal - Aldeias

Monsanto foi conquistada por D. Afonso Henriques aos Mouros e doada aos Templários em 1165. A Capela de S. Pedro de Vir-à-Corça ou Ver-a-Corça faz parte do património arquitetónico da região, datada do séc. XIII. Presença habitual nos tops de aldeias europeias e mundiais, tem uma vida própria que se deixa observar. É o caso da multissecular Misericórdia, das tradições Quaresmais ou da Festa da Divina Santa Cruz. O património geológico também tem relevância internacional, sendo que sobressaem os “Montes-ilha” de Monsanto e os geomonumentos do Geopark Naturtejo da UNESCO. Emblemáticos são, igualmente, os adufes e marafonas. O primeiro é um instrumento milenar; as marafonas são bonecas de trapos, com traje regional, sem olhos, nem boca, nariz ou ouvidos.

Penedo Furado

Finalista na Categoria “Praias de Rios” nas 7 Maravilhas das Praia de Portugal

Um conjunto de pequenas quedas de água, visíveis a escassos metros, que podem ser apreciadas ao percorrer um estreito caminho talhado na rocha. Esta é a estância balnear mais procurada do concelho de Vila de Rei, pela sua água límpida e cristalina mas também pelas infra-estruturas. O local permite a realização de diversas atividades desportivas, tais como pedestrianismo, escalada, rappel, slide ou canoagem, sendo um espaço polivalente de recreio e lazer.

Perdiz de Escabeche

Finalista na Categoria “Caça” nas 7 Maravilhas da Gastronomia

A Perdiz de Escabeche é um prato típico da Beira Interior, que reaviva a memória da tradição de caça desta região. Idanha-a-Nova, cidade que acolhe e promove a candidatura da Perdiz de Escabeche, tem uma enorme riqueza e tradição cinegética. A Perdiz de Escabeche pontua, quer no registo doméstico, quer no da restauração. A sua confeção: põem-se as perdizes na panela com sal, dentes de alho por descascar, azeite e vinagre em partes iguais e quase a cobri-las. Coze muito lentamente, bem tapada. Serve-se fria, acompanhada de batata frita ou salada.

Portas de Ródão

Finalista na Categoria “Zonas Aquáticas não Marinhas” nas 7 Maravilhas Naturais de Portugal

As “Portas de Ródão” constituem o ex-libris natural de Vila Velha de Ródão e Nisa, onde o Tejo corre entrincheirado entre gigantes quartzíticos. Além do forte impacto na geomorfologia da região, o Tejo assumiu durante milhares de anos grande relevância para a ocupação humana deste território. Nas “Portas de Ródão” situa-se ainda, o maior Complexo de Arte Rupestre holocénica da Península Ibérica, que reúne mais de 25 mil gravuras picotadas nos xistos. Algumas são ainda visitáveis no Cachão de S. Simão, em Gardete e na foz do rio Ocreza.